3 de out. de 2011
RS .com (sem o ponto .)
"com" em situações estranhas para mim... Até agora identifiquei 3:
1) O preço das coisas não são ditos como x reais e y centavos e sim como x reais com y. Exemplo: Armário Milano, só 999,99 com 99!!! (isso vale pra tudo, incluindo mercados e padarias)
2) O tempo do jogo de futebol é dito também de forma diferente, exemplo: O gol foi aos 15 minutos com 30 (segundos).
3) O próprio jogo é anunciado com o com, ontem eu ouvi no rádio Internacional com Atlético do Paraná.
Tenho certeza que irei descobrir novos e criativos usos do amigo "com", e assim atualizarei este post para dividir a informação com vocês.
2 de out. de 2011
Tô Filmando, e Daí?
Tenho ido a poucos shows, problemas financeiros e de logística, mas sempre que fui fiquei na pista e lá tive sempre o mesmo problema, bom na verdade problemas, que noto até pela televisão:
O primeiro problema é culpa dos meus genes e falta de esportes na infância... Sou baixinho sim, e daí? Nos shows sempre fiquei procurando os buracos entre as cabeças das pessoas da frente, ficando nas pontas dos pés, etc. Só que isso tem sido difícil, mesmo para pessoas mais altas que eu, por causa do outro problema.
O outro (e segundo) problema é a origem deste post: os câmeras de celular. Isso, os câmeras, gênero masculino. Falo dos malas que ao invés de curtirem um show preferem ficar estáticos, com os braços estendidos para cima, filmando o show com seus celulares high tech e câmaras diminutas.
Pra variar é daquelas coisas onde o cabra não dá a mínima para os outros, se ele está obstruindo a visão de quem está atrás ou se o seu desodorante está vencido e incomoda o nariz dos outros colegas de auditório. E é algo masculino, as mulheres normalmente tiram fotos e aproveitam, os homens filmando como estacas.
Eu não consigo entender o que passa pela cabeça desses operadores de câmera de celular, qual o motivo que os leva a isso? Pagam centenas de reais pelo show, enfrentam filas e aperto para ficarem só gravando "espetáculo"? Uma em cada mil dessas imagens pode até gerar um vídeo "assistível" mas a grande grande maioria vai sair escura, tremida, sem foco e com a captação de som mal feita. Então por que gravar??
É para provar que estavam lá? Ótimo, vão mostrar pros amigos um filme que qualquer mané poderia ter feito do celular pois o abestado nem aparece. E os amigos dirão que viram a mesma bagaça, e com qualidade, pelo Multishow, Grobo, X1 e congêneres. Não era mais fácil tirar umas fotografias com o palco ao fundo e depois ir curtir o show?
Você tá num show musical porque vai ficar em pé estendido que nem um poste? Que tal seguir as músicas para poder cantar junto? O se for um show de Axé você pode "tirar os pés do chão". Se for pop você pode dançar. Se for um show de rock pode bater cabeça. E se for qualquer show você pode achar alguém ao lado que valha a pena dar um beijo...
A foto acima é da abertura do show do System of a Down no Rock in Rio. Impressionante o número de máquinas, não? E isso que a banda é de rock político, "de protesto". E isso se repetiu em quase todos os shows. Pra falar a verdade tem uma exceção, no dia do metal a quantidade de câmeras era muito menor. Não sei se era porque os metaleiros aproveitam melhor os shows ou era porque o povo ficou com medo da violência dos rockeiros (ê preconceito - e falso) e não levou máquinas e celulares caros?
Pode ser coisa de "velho", já tenho 35 anos, nos shows que via, pela TV ou não, na minha adolescência o que era onipresente eram os isqueiros, em toda balada (aka música lenta) todo mundo acendia os isqueiros (os fumantes eram maioria) e ficavam balançando-os no ritmo das músicas. Eles foram substituídos depois pelos celulares, ainda sem câmera decente, e continuavam servindo para iluminar e marcar a batida das canções mais românticas. Mas agora os celulares evoluídos se disseminaram, iluminando somente para trás, mostrando não o ritmo da música e sim uma insensibilidade ao próprio espetáculo.
3 de ago. de 2011
Como Mandar o Windows pra Caminha.
Muitas vezes estamos fazendo um download demorado, a cópia de um DVD, passando um anti-virús,... e aí a chega a hora de mimir. Chega a dúvida ou passa a noite acordado ou deixa o comutador ligado até de manhã? Se essa é uma realidade frequente para você, tenho a dizer que SEUS PROBLEMAS ACABARAM!
Existe nos Windows da vida um comando chamado "shutdown", que permite programar o desligamento (ou reinicialização) automático do PC.
Baixem os arquivos do diretório virtual abaixo e os coloque em um lugar de fácil acesso (pode até ser o Desktop mesmo).
Aí é só clicar no arquivo (que deve estar com o símbolo de 2 roldanas) com a duração de desligamento desejada.
Para cancelar uma programação de desligamento é só clicar no arquivo correspondente.
Abra uma janela de emulação do DOS (babem geeks, DOS!) clicando cmd na parte debaixo do Menu iniciar (executar).
shutdown -s -t 120
7 de jul. de 2011
Drops, Pepsi e Elucubrações
Posso falar da Pepsi porque morei em Brasília dos 8 aos 18 e lá a Pepsi tinha mais mercado que a Coca, ou pelo menos era pau-a-pau (isso tem hífen? Aliás agora hífen ainda tem acento??). Aliás tinha o Teen (da Pepsico), um Sprite muito gostoso, que só tinha por lá.
E além disso a Pepsi usava Brasília como teste de mercado. N
ão sei quantas vezes fiz o teste bebendo um copo de Pepsi "experimental" e um de Coca para dizer qual era o mais gostoso. Sempre falava que copo com Pepsi era melhor, assim ganhava um brinde. Dava pra reconhecer, pois era sempre a bebida mais doce.
E hoje pego a garrafa de 600ml com um rótulo todo moderno e um design da garrafa exatamente igual a do Guaraná Antártica. Pra quem não sabe a Ambev e a Pepsi têm um acordo de distribuição e algumas outras coisas para combater a Coca-Cola...
Abro e sinto o aroma parecido com o da Cola-Cola, mas meio adocicado. E experimento a Pepsi, menos gás que a Coca e um gosto mais doce, mais doce não, muito mais doce. Aliás me lembrou uma bala que fazia sucesso na minha infância, a Chu-Cola, um drops de Coca-Cola, doce...
Ou seja para mim:


